A web se tornou a maior rede de relacionamento do mundo. Num único clique pode-se até mesmo observar todo interior – em 3D – da famosa Capela Sistina, na Cidade do Vaticano.
Há informações e dados infinitos na internet, o que seria uma vantagem se todos soubessem navegar. Mas esse “acervo” on line juntamente com o atalho “Ctrl C” e “Ctrl V”, transformou-se em um grande vilão para os educadores.
Outro recurso da web muito acessado são os sites de relacionamentos. Orkut, Facebook, Twitter, YouTube, MSN Messenger, etc, são ferramentas importantíssimas erroneamente utilizadas apenas como entretenimento pela maioria dos jovens estudantes.
O novo desafio para os professores é saber driblar essa avalanche digital e converter as ferramentas da web em útil artifício educacional. Ter um conhecimento básico e tratar com seriedade o assunto é extremamente necessário, principalmente para quem trabalha em uma instituição de ensino.
É necessário reavaliar o conceito de “pesquisa” no meio estudantil. Pois essa atividade transformou-se em sinônimo de “copia e cola” da internet. Seria preciso implantar um novo sistema e cultivar nos alunos – desde o início de seu curso escolar – a idéia de uma pesquisa saudável e autônoma, com textos argumentativos gerados pela busca feita.
Os sites onde é possível criar um perfil pessoal ou profissional e compartilhar diversas informações padecem de uma atenção especial, principalmente no que se referem aos adolescentes, estes precisam ser bem orientados sobre os benefícios e malefícios de expor certas intimidades no browser.
A gente sempre tropeça entre os pensamentos e as palavras colocadas utópicamente em ordem - seja por registro manual ou virtual.
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
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