Como se esquece você? Deve existir uma fórmula, receita, regra, equação ou algo assim. Me conta esse segredo para eu te deixar ir. Me conta, como se esquece você?
Se eu recapitular cada segundo com você e encontrar os motivos pelos quais te achei, será que também encontro como te perder?
Se eu justificar todas as desculpas que sempre usei para te ter por perto, devo também achar a possibilidade de como te afastar de mim?
Se o espiral me levar para uma ponta nova, você fica na ponta antiga sem me dar mais tantas voltas?
Se o coração entender, de uma vez por todas, que o seu coração não sintoniza com o meu, eu conseguirei desligar esse amor?
Só quero te dizer que apesar de não parecer, eu sei sim que consigo viver sem você!
A gente sempre tropeça entre os pensamentos e as palavras colocadas utópicamente em ordem - seja por registro manual ou virtual.
terça-feira, 6 de outubro de 2015
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
(Des)Aprendi
Posso pedir uma licença para fazer uma poesia? Uma simples, sem tinta, digitada mesmo. Se Tim Maia não tivesse cantado eu diria que é de minha autoria se o mundo inteiro pudesse me ouvir, pois eu tenho muito para contar, dizer o que desaprendi.
Desaprendi a me apegar, a ligar, a me entrega, de sempre ser a mais forte. Desaprendi de sofrer, de chorar em vão. Desisti da arrogância, de ter sempre a razão, de agradar sempre.
É... Na vida a gente tem que entender que nascemos pra sofrer e pra sorrir, e que a mesma pessoa vai passar por momentos bons e ruins e não existe distinção. Aceite.
Abri mão de ser infeliz e de pensar sempre na pior hipótese. Deixei de bisbilhotar deixando a vida rolar.
Abdiquei da opinião alheia, dos olhos gordos e das más influências.
Joguei fora a baixa estima, meus medos, traumas e pesadelos. Enterrei o passado em diferentes museus que é para ficar difícil de resgatar. Mas antes eu reciclei as más experiências, podem ser úteis ao futuro.
Eliminada todas as distrações, me encontrei, me amei e comecei a viver! #gratidão
Desaprendi a me apegar, a ligar, a me entrega, de sempre ser a mais forte. Desaprendi de sofrer, de chorar em vão. Desisti da arrogância, de ter sempre a razão, de agradar sempre.
É... Na vida a gente tem que entender que nascemos pra sofrer e pra sorrir, e que a mesma pessoa vai passar por momentos bons e ruins e não existe distinção. Aceite.
Abri mão de ser infeliz e de pensar sempre na pior hipótese. Deixei de bisbilhotar deixando a vida rolar.
Abdiquei da opinião alheia, dos olhos gordos e das más influências.
Joguei fora a baixa estima, meus medos, traumas e pesadelos. Enterrei o passado em diferentes museus que é para ficar difícil de resgatar. Mas antes eu reciclei as más experiências, podem ser úteis ao futuro.
Eliminada todas as distrações, me encontrei, me amei e comecei a viver! #gratidão
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
Meu pedacinho de contrários
Como eu me sinto ao te beijar pela quinquagésima vez? Aquele frio na barriga de medo de me apaixonar outra vez. Aquele receio de gostar mais uma vez. Aquela ansiedade de querer de novo.
Se nada é planejado ou desejado, talvez o destino esteja brincando. Talvez o planeta nem esteja rodando e os dias não estejam correndo. Pode ser que nada seja verdade. Mesmo com tantas hipóteses, ainda insiste aquela ansiedade de querer de novo.
Me negam com classe e muita compaixão. Me explicam tudo que já sei. Me respeitam e zelam por mim. Mas não me honram como mulher que eu sou e isso faz aumentar aquela ansiedade de querer de novo.
Penso se é certo sentir isso e também tento pensar em não sentir. Sonho em contradizer a realidade, já que a verdade foi transcrita por palavras que você quis redigir.
Se fosse possível, desejaria três vezes não desejar. Gostaria de não gostar do seu cheiro, seu jeito, seu olhar, seu sorriso, sua pele e seu sorriso. Queria não querer sem precisar aprender. Queria que o oposto fosse o dono da verdade. Mas ainda sim, ah aquela ansiedade de querer de novo.
Se nada é planejado ou desejado, talvez o destino esteja brincando. Talvez o planeta nem esteja rodando e os dias não estejam correndo. Pode ser que nada seja verdade. Mesmo com tantas hipóteses, ainda insiste aquela ansiedade de querer de novo.
Me negam com classe e muita compaixão. Me explicam tudo que já sei. Me respeitam e zelam por mim. Mas não me honram como mulher que eu sou e isso faz aumentar aquela ansiedade de querer de novo.
Penso se é certo sentir isso e também tento pensar em não sentir. Sonho em contradizer a realidade, já que a verdade foi transcrita por palavras que você quis redigir.
Se fosse possível, desejaria três vezes não desejar. Gostaria de não gostar do seu cheiro, seu jeito, seu olhar, seu sorriso, sua pele e seu sorriso. Queria não querer sem precisar aprender. Queria que o oposto fosse o dono da verdade. Mas ainda sim, ah aquela ansiedade de querer de novo.
terça-feira, 19 de maio de 2015
Em busca da dosagem certa!
Somos desequilibrados por consequência. Parei de me culpar há um tempo... Como manter a dosagem certa de trabalho, de estudos, de relacionamentos, se tudo contribui para convergência do caos?
Antes eram pilhas de papéis, agora são inúmeros emails. Sem dúvida a tecnologia é um paradoxo de facilidades e de "como ferrar com tua vida" ao mesmo tempo!
Tento muitas alternativas para manter a calma em meio a guerra entre meus neurônios que precisam executar inúmeras tarefas simultaneamente. Talvez os novos homo sapiens já venham com habilidades mutantes como 4 braços e 2 cérebros, pois seria uma boa adaptação de sobrevivência na sociedade moderna e contemporaneamente tecnológica.
Experimento muitos hobbies como Yôga, academia, corrida, trekking, montanhismo, ciclismo, culinária, música... Juro que me esforço. Mas parece que fui criada com dosagens em negativa de paciência.
De qualquer forma, a natureza tem sido meu calmante / fonte zen. Pareada com todo o restante, consigo construir uma calmaria dentro de mim para me manter o mais sóbria possível nessa selva de pedra!
Antes eram pilhas de papéis, agora são inúmeros emails. Sem dúvida a tecnologia é um paradoxo de facilidades e de "como ferrar com tua vida" ao mesmo tempo!
Tento muitas alternativas para manter a calma em meio a guerra entre meus neurônios que precisam executar inúmeras tarefas simultaneamente. Talvez os novos homo sapiens já venham com habilidades mutantes como 4 braços e 2 cérebros, pois seria uma boa adaptação de sobrevivência na sociedade moderna e contemporaneamente tecnológica.
Experimento muitos hobbies como Yôga, academia, corrida, trekking, montanhismo, ciclismo, culinária, música... Juro que me esforço. Mas parece que fui criada com dosagens em negativa de paciência.
De qualquer forma, a natureza tem sido meu calmante / fonte zen. Pareada com todo o restante, consigo construir uma calmaria dentro de mim para me manter o mais sóbria possível nessa selva de pedra!
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